Platão diz: “A virtude do conhecimento… contém certo elemento divino que jamais perde o seu poder, e conforme a direção para que se volte, pode revelar-se útil e vantajoso ou, ao contrário, inútil e nocivo”. Em outras palavras: A alma humana pode utilizar o poder do livre-arbítrio, de modo benéfico ou maléfico. Mas, jamais escapará da inexorável lei cármica do retorno: “Colherás o que semeares”
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