Hackers muçulmanos ou simpatizantes do islamismo estão na linha de frente de uma potencial guerra cibernética, a ser travada depois do fim de um cessar-fogo aceito por 'hackers ativistas' e por criadores de vírus nos meses seguintes aos ataques de 11 de setembro contra os EUA, disseram especialistas em internet.
Os hackers simpatizantes do islamismo estão intensificando seus ataques contra países favoráveis à 'guerra contra o terror' dos EUA e à campanha da superpotência contra o Iraque.
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