Hein????Originalmente enviado por ®µ§h
[]s, MM
Framingham - Praga que pode atingir tanto sistemas com Windows como Linux é de baixo impacto, mas mostra mudanças nos objetivos dos hackers.
A empresa de segurança Kaspersky Labs anunciou que um novo vírus, considerado prova de conceito, capaz de infectar tanto sistemas Windows como Linux.
O vírus multiplataforma é relativamente simples e parece ter um baixo impacto, de acordo com a Kaspersky. Mesmo assim, poderia ser um sinal de que os desenvolvedores de vírus estão começando a pesquisar maneiras de escrever novos códigos capazes de infectar múltiplas plataformas, disse Shane Coursen, consultor técnico na Kaspersky.
Em uma nota em seu site, o Centro de Ameaças Online SANS disse que o novo vírus "é um sinal que aspectos de multiplataforma estão se tornando importante. À medida que os desenvolvedores de vírus continuam este tipo de pesquisa, veremos mais malware para muitas plataformas aparecer no futuro".
O novo vírus, chamado pela Kaspersky de Virus.Linux.Bi.a/Virus.Win32.Bi.a, foi escrito em um compilador e afeta apenas arquivos no diretório atual. "No entanto, é interessante notar que ele é capaz de infectar diferentes formatos de arquivos usados tanto pelo Linux como pelo Windows", disse a Kaspersky.
"Não é surpreendente que estamos diante de vírus multiplataforma", dada à crescente popularidade do Linux em desktops corporativos, disse Coursen. "Esse é um código a prova de conceito que esse tipo de coisa pode acontecer".
O novo vírus mostra que hackers podem explorar maneiras de atingir novos sistemas em redes de PCs zumbis, de acordo com Johannes Ullrich, gerente de tecnologia do SANS. Mas desenvolver códigos multiplataforma não é particularmente simples, ponderou.
"Escrever um worm multiplataforma é difícil já que limita as funções disponíveis em ambos os sistemas operacionais", disse Ullrich. "Você tem que codificar o vírus em um compilador para que ele funcione sem confiar em qualquer função específica do sistema operacional", revelou.
O relativo pequeno número de sistemas rodando plataformas não Windows também torna seu apelo para que hackers desenvolvam malware menor, disse ele.
Mesmo raro, não é o primeiro exemplo de um vírus que carrega a ameaça. Em 2001, o worm sadmind/ISS explorava uma falha no programa Solaris, da Sun Microsystems, para infectar sistemas rodando versões vulneráveis do sistema operacional. Sistemas infectados então procuravam e atacavam servidores com o software de servidor web ISS, da Microsoft. No mesmo ano, outro vírus do gênero chamado Winux infectou tanto sistemas Windows como Linux.
http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2...DGNoticia_view
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Hein????Originalmente enviado por ®µ§h
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Tradução forçada, sem ter noção do assunto...Originalmente enviado por mmachado
(...) foi escrito em Assembler (...) seria o correto.Der Virus ist mit Assembler geschrieben und ziemlich einfach(...)
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*** É mesmo sendo pequeno ja é um silnal de que mais adiante teremos virus multiplataforma ...
no caso do PC, que dá boot, é mais fácil pensar em um virus pré-plataforma...
Dá um desconto, alemão eh difícil mesmo haha...Originalmente enviado por ®µ§h
É cada uma q se vê no jornalismo da nossa área... :P
"Then you will know the truth, and the truth will set you free"
Nesse caso, vamos corrigir direito: "Foi escrito em Assembly"...
[]s, MM
Kaspersky Labs e o caso do vírus não-viral para Linux
Na semana passada toda a imprensa mundial dedicada a tecnologia, incluindo blogs como o BR-Linux, publicou notícia sobre a prova de conceito de vírus anunciada pelos Kaspersky Labs, que seria capaz de infectar programas executáveis tanto em ambiente Linux quanto Windows, com o mesmo código. Muitas pessoas perceberam a 'pegadinha' (intencional?) da Kaspersky, mas foi a Newsforge que deu mais publicidade ao assunto: a prova de conceito, divulgada como se fosse um vírus já existente, não é realmente viral. Ela precisa ser executada pelo usuário, só infecta arquivos no mesmo diretório em que for executada (se tiver permissão de escrita para isto) e... ela não é contagiosa, deixando assim de ter uma das características básicas dos vírus de computadores: ser capaz de replicação.
Claro que todos estes detalhes podem ser acrescentados em versões futuras, e que a própria idéia das provas de conceito de vírus é demonstrar que uma determinada ameaça pode se concretizar no futuro, mas por que a Kaspersky (empresa que comercializa anti-vírus e é 'parceira da Microsoft') teria deixado a história se espalhar como se fosse mais do que isso? No momento só podemos especular, já que a empresa não respondeu ainda as perguntas enviadas a ela pelo Newsforge. Veja o texto completo em:
http://software.newsforge.com/softwa...0.shtml?tid=78
Fonte: http://br-linux.org/linux/node/3343
As empreas de segurança (Symantec, McAFee, Trend e cia) devem estar "muito tristes" com tal anuncio.
Não arrisquei:Originalmente enviado por mmachado
A linguagem Assembler que foi escrito o código não foi necessariamente a Assembly.
Será que eu aprendi errado?
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